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Pode ou não pode?

Sinceramente, onde há respeito mútuo, sentimento orgânico e confiança não existe pode ou não pode. O que existe é uma linha tênue onde o outro tem que saber se deve ou não atravessar. Um relacionamento, onde um proíbe o outro de suas escolhas, não é um relacionamento, porque a partir do momento que você escolhe algo que não inclui o outro já não é amor. Em um relacionamento de verdade, o que prevalece é a liberdade de poder ser você mesmo sem magoar o outro, sem projetar no outro as próprias frustrações, medos e inseguranças.

Um casal montado e padronizado, mesmo que seja um acordo com a melhor das intenções, nunca vai poder viver a magia da verdade de estar junto pelo elo do amor incondicional se não se permitir essas 3 coisas:

1º: se conhecer;

2º  conhecer o outro;

3º:  se entregar sem medo.

Pode ser que pareçam coisas fáceis pra quem lê sem viver na prática , mas não são, são coisas profundas e enraizadas que precisam ser desprogramadas e, só quem pode desprogramar crenças enraizadas durante uma vida inteira, é a escolha de ser de verdade. Essa falsa redoma de empoderamento que foi criado em torno do feminismo e do machismo distorceu o que foi feito pra ser real e adotou o fake da igualdade como uma verdade absoluta.

Toda essa pauta forçada é enraizadas no medo de se machucar outra fez. Mulheres e homens feridos que saem dos seus respectivos lugares e se perdem no falso empoderamento nunca vão conseguir o equilíbrio de um casal vivendo sua própria essência. Um casal equilibrado entende a importância do sagrado feminino e do sagrado masculino sem nenhuma necessidade de ser maior ou melhor que o outro.

Onde há amor não existe competição. Por que as pessoas se agarram nesse distúrbio de competir um com o outro? Porque elas ainda não conhecem seu poder. Como poderiam enxergar o poder do outro? Então, quando me perguntam o que eu e o Markus podia e não podia dentro do relacionamento, eu sempre digo que não haviam regras anotadas, mas existiam, sim, regras definidas, e a maior delas era não fazer ao outro o que entendíamos que machucaria a nós mesmos. Éramos incapazes de nos magoar porque, toda vez que surgia um conflito, pra gente era tão natural resolver, e era simples porque nos conhecíamos a ponto de saber o que era meu e o q era dele. Então, apesar de sermos um, sabíamos o que era medo dele,  o que era medo meu, o que era defeito dele,  o que era defeito meu sem a necessidade de misturar e culpabilizar o outro.

Ter essa consciência nos ajudou em vez de nos afastar, nos aproximava ainda mais porque queríamos curar o outro,  entender o que o outro estava sentido a fundo e como o outro se sentia.

Essa busca nos aproximava cada vez mais. Éramos dois corpos, mas uma só alma , em nosso relacionamento sempre tivemos total percepção disso. Então, quando ele tinha um problema eu também tinha um problema,  e sempre resolvíamos juntos, não existia isso de “cada um que segure seu B.O”. O B.O dele era meu,  o meu era dele,  e foi esse o jeito que demos certo. Nem sempre foi fácil, nunca é fácil, mas quando existe amor de verdade – falo do amor consciente, livre de projeções – todas as coisas cooperam para o bem , e os problemas se dissolvem.

Eu e o Markus tínhamos uma comunicação fluída,  isso ajudava. Conhecer as debilidades, as fraquezas do outro,  não para atacar, não para distorcer, não para crescer em cima delas e exaltar suas virtudes , não para se sentir melhor ou maior,  não para dizer “eu sou melhor nisso que você”,  mas entender as fraquezas do outro humaniza,  a convivência se torna leve...

Nosso dia a dia não tinha rotina,  não tinha brigas, aliás, encontramos um jeito mágico de brigar sem compartir,  até nossas brigas eram envoltas de amor. Nossa briga era nas paredes da casa, no chão, no chuveiro … e, sim, era saudável, ao menos para nós, porque não existia ressentimento envolvido. O sexo para nós era um momento de depuração de más energias. Quando entendemos que podíamos canalizar isso pro sexo nunca mais conseguimos brigar. Se antes já não brigávamos,  depois disso foi só paz e amor!  Literalmente, “ ela só queria paz”.

Como eu relaxava ? Gozando nos braços dele. Era simples. Você nunca ia me encontrar estressada ou reclamado ao lado dele. Estressada eu ficava  sem ele, e você jamais ia encontrar ele de mal humor. Quem o conheceu antes de mim sabe que ele mudava de humor como as fases da lua e, na maioria das vezes, acordava de mal humor mas, em nossa convivência nunca existiu isso, ele nunca conseguiu ficar de mal humor ao meu lado e eu me gabo mesmo porque só quem conheceu a fera sabe o risco de acordar ao lado de uma.

Ele sempre usou essa capa selvagem mas, na essência,  era um gentleman. No início, as pessoas achavam que eu me mentia e me gabava sem motivo sobre nosso relacionamento porque o Markus era um sem mim, e outro completamente diferente comigo, não dava pra acreditar. Só depois de muita convivência minhas amigas foram vendo com os próprios olhos como ele me tratava e me mimava. A máscara social que ele usava caiu por terra e deu lugar ao príncipe mais perfeito que uma mulher poderia encontrar. Quem encontrou o príncipe? Euzinha aqui e, depois disso, todas queriam encentrar um Markus pra chamar de seu. Todas elas queriam um homem perfeito, que só encontravam nas series de doramas, contos filmes e novelas e, quando descobriram, então, que eu e ele fomos inspiração em muitas delas,  e a maioria das histórias contadas era a nossa melhor versão, inspirando e  pirando  o mundo, aí que queriam mesmo, de qualquer jeito, viver a nossa história. Nos tornamos o casal referência , adorado e aplaudido as pessoas não queriam saber o preci elas so queriam ser Ysa e Markus,  até aí tudo bem, mas o único problema  é que elas queriam um amor real, mas sem mudar a projeção delas. Elas queriam o amor de Ysa e Markus sem passar pelo que passaram, sem todo o processo da responsabilidade, do julgamento, da espera, da perseverança, do autoconhecimento, do autocontrole, da resiliência, sem a lapidação necessária para receber um sentimento tão perfeito. Todos queriam um amor sem estar pronto pra receber esse mesmo amor.

O que acontece quando o amor cai no colo de alguém despreparado ou iludido com falsas projeções? O que acontece quando o amor chega, e você está dentro de uma bolha de projeção fantasiando uma história sem concessões, sem sacrifícios, sem responsabilidades, onde só uma das partes cede? O amor não é sobre quem ama mais,  quem sabe mais, quem pode mais … o amor é sobre equilibrar a taça olímpica sem competir, é sobre querer levar o outro ao topo sem se sentir menor por isso, é sobre preferir estar ao lado que em qualquer outro lugar. Aí você me pergunta se pode?

_ Ysa,  você viajaria sem o Markus?

Claro,  eu posso ir  a qualquer lugar sem o Markus, eu posso ir pro outro lado do mundo e, ainda assim,  continuar amando e sendo fiel a ele,  porém eu refiro estar ao lado dele em qualquer parte da terra,  no céu ou no inferno, , em uma mansão ou na favela, no abismo ou em um O portal, em um poço ou em uma nave, em um cruzeiro ou na Matrix. Eu escolho estar ao lado dele. Ainda que eu possa viver, respirar e existir sem ele, eu prefiro fazer qualquer coisa ao lado dele, agarradinha com ele. Se eu pudesse não soltaria a mão dele nem pra ir comprar pão. Então, o que eu posso fazer sem ele? Tudo! Eu posso tudo, eu posso qualquer coisa, mas eu prefiro e escolho todos os dias fazer com ele e ao lado dele tudo que eu posso fazer sozinha sem ele, entendem? Vocês nunca vão me ver perguntando ao Markus se eu posso ir a algum lugar sozinha, se eu posso viajar ou me divertir sozinha,  porque a resposta é sim , claro que eu posso! Porém vocês nunca vão me ver dentro de um relacionamento perguntando isso a ele, sabe por quê? Porque quando a gente ama e é amado, a gente não precisa perguntar ao outro se o outro quer ou precisa da nossa companhia. A gente sabe a resposta, porque tudo o que a gente mais quer na vida é o privilégio de poder ter e estar com alguém por escolha. Nunca nem passou pela minha cabeça viajar ou me divertir sem ele, porque ele tá incluso no meu pacote de diversão. Eu nunca planejava algo só pra mim, porque eu entendia que onde ele estivesse era onde eu queria de corpo e de alma estar. No dia que o Markus chegasse pra mim e me perguntasse assim: “Ysa,  você quer ir nessa viagem comigo? Pode ter certeza que não seríamos mais um casal. Ele nunca se reportou a mim dessa forma. Ele sempre chegava com as passagens, os ingressos, independentemente da situação,  eu podia ter compromisso no outro dia, mas ele sabia que eu estaria lá ao lado dele, sem medir distância ou esforços , da mesma forma que eu não precisava convida-lo para estar comigo , ele sabia que onde eu fosse ele era minha primeira escolha, eu sabia que onde eu estivesse ele estaria comigo,  e isso me dava tanta segurança. Então, por viver isso na prática, eu nunca entendi os casais normais e superficiais que precisavam perguntar ao outro:

_ Amor,  você pode ir comigo ao hospital?

Como assim, velho, o amor da sua vida tá passando mal e você precisa fazer um convite ? Que tipo de amor é esse? Credo! Eu quero pessoas assim bem longe de mim.

_ Amor, você quer ir a um jantar comigo?

Se me perguntar eu nem vou, porque se ta perguntando é porque existe a possibilidade da pessoa não querer minha presença, eu recuso na hora. Eu tô acostumada a ser tratada assim:

_ Amor, temos um jantar pra ir.  

Vocês vão ver muitos diálogos assim em Serendipity. Eu chega assustava:

_ Como assim Markus,  temos?

_ Temos porque eu não vou sem você.

Rapaz, isso que é homem,  e isso que é se sentir preferida,  não é ?

Aí,  hoje em dia chega um sujeito e olha na minha cara:

_ Você quer ir jantar comigo?

Credo! Eu digo logo “não”.  

_ Você quer ir a tal lugar comigo?

_ Não, não quero.

 Que p%rr@ é essa de homem sem atitude? Que história é essa de querer ir? Se eu tô com o homem que eu amo, como eu posso ter a escolha de não querer estar ao lado dele? Credo! Eu não quero essa escolha de preferir não estar com quem eu amo,  nunca! No dia que eu escolher não estar, pode ter certeza que não tem amor. Claro que tem momentos que você n tem escolha, tipo,  você tem uma urgência ou um trabalho que não pode adiar. Sim,  eu entendo,  mas eu estou falando sobre escolher não estar com a pessoa, tipo:

_ Ah, quero não,  mais tarde a gente se vê

Eu mando pra p#t@ que pariu, quem não quer estar a meu lado não merece me ver   quando quiser, tá pensando ueq sou o quê? Parque de diversão gratuito? Né assim não, bebê, ou sou única, ou eu sou preferida ou eu não sou nada. Eu gosto de intensidade,  de exposição,  de falar:

_ É meu!

Eu gosto de relacionamentos de verdade, límpidos, claros, transparentes e profundos. Não vem me oferecer qualquer coisa de qualquer jeito, não.  Já ouviu dizer que quem oferece não quer dar.  Pois é,  sou dessa vibe. Eu quero,  eu dou,  se a outra não quiser, problema dela,  ela que jogue fora. Esse negócio de oferecer não cola. É tipo oferecer por educação. Eu vejo casais em casas separadas, em camas separadas chamando isso de amor. Amor onde? Amor pra quem? Amor de contrato, só se for. Esse tipo de amor não serve pra mim. Um amor que seja só de cama também não me serve. Um que só atenda a minha emoção, também não. Comigo é completo ou não é. Amor que você precisa ficar se justificando também passo longe. Eu sou exigente? Não, meu bem, eu sou de verdade, eu tenho valor. Eu não vivi de verdade até pra escolher viver uma mentira a essa altura do segundo tempo. Eu não tenho estomago pra ensinar alguém a foram certa de me amar. Ou ama, ou não ama, e eu não nasci ou me criei no lixo para aceitar ser tratada de qualquer jeito. O homem ao meu lado tem que me merecer e entender o que é mérito e honra. Nenhum homem vai tocar em um centímetro do meu corpo sem antes tocar minha alma e me possuir. Pra quem não sabe,  o amor é um estado de pertencimento por escolha consciente, mas,  pra viver um amor assim, você precisa levar o outro ao limite de si para entender onde o seu começa,  depois disso,  você se funde ao outro. Um amor sem fusão não dá certo e nunca vai ser eterno. Enquanto vocês vivem de “quase” e de “até que a morte nos separe”,  eu vivo de certeza, de entrega, de verdade e de eternidade… Eu gosto assim, eu amo assim e eu sou feliz assim. Um amor sem cuidado eu me recuso. Um amor onde só existe sexo com hora marcada ou por cobrança? Tô fora!

O meu desejo precisa estar em sintonia todos os dias. Toda hora é hora, qualquer lugar é perfeito,  fod@-se o mundo, as leis e decretos!  A única lei que não tem lei é a do amor, porque ele não precisa de controle,  ele só precisa de confiança, sintonia, conexão e consciência. Então,  antes que me chamem de louca,  todo mundo tem escolha e,  claro que eu entendo, sim, o  tipo de compromisso que não dá pra adiar de última hora. O que quero dizer é que aquele que nos dá escolha eu nunca vou escolher ficar longe por opção. Toda vez que eu tiver opção, eu vou escolher estar com ele, ao lado dele, dentro dele, em cima dele em uma simbiose com ele, ser uma com ele. Então, parem de perguntar o óbvio. Eu nunca tive que me preocupar com a escolha de não optar por ele, nem nunca tive que perguntar se ele ia topar estar comigo, porque  eu sabia que sim. Ele também sempre soube que eu ia em qualquer lugar, a qualquer momento e em qualquer aventura sendo com ele e, sendo tão única pra ele,  é claro que eu seria só dele!

Eu saia com meus amigos,  viaja sozinha se ele não pudesse ir? Claro que sim, mas nunca foi falta de convite ou vontade de estar ao lado dele, e, mesmo quando ele não estava presente fisicamente como agora, ele sempre estava em minhas memórias, eu nunca fui a um lugar sem levá-lo comigo. Vocês vão ver isso,  claro, em Serendipity, eu nunca foi a um lugar sem levar uma parte daquele lugar parra ele, ou sem levar ao menos um pedacinho do que  comi, do que vi , do que vivi … E ele fazia o mesmo em todo canto que ia sem mim, era algo muito nosso. Então, eu nunca vou conceber a ideia de querer, de desejar estar sozinha, de precisar de privacidade, de precisar esconder ou de escolher omitir e não dividir a minha vida com quem eu digo que amo. Vocês querem um amor assim? Comecem retirando as camadas da cebola, e vocês vão ver que antes de amar alguém você precisa se amar muito pra aguentar o processo de se conhecer e de se tratar com o mesmo amor que alguém que te ama te trataria. Você precisa se cuidar a ponto de se enxergar como alguém precioso demais para estar em mãos erradas. Ser mal amada, mal comida e mal tratada, nem em sonho … recuse amores que te limitam. O amor verdadeiro te acolhe e te escolhe. Pra que eu quero alguém que me aceite? Deus me livre!  Eu quero alguém que me escolha entre 8 bilhões de pessoas no mundo e saiba me distinguir, que não me confunda, ainda que vestida com outra roupa ou fantasiada com outras capas. Eu quero esse amor que olhe em meus olhos e me reconheça sem titubear, que saiba diferenciar meus cheiro,  ainda que outra use o mesmo perfume, vista a mesma roupa,  use a mesma grife e se empodere da minha história .

Você sabe como se chama isso? Amor de alma.

Só um amor de verdade pode te reconhecer e te decodificar,  ainda que com outra aparência. Isso fica claro na série ou dorama “o tempo trás você pra mim.”  Mais uma de nossas vidas contada pra inspirar vocês a reconhecerem o amor mas, como vocês podem reconhecer o amor se nunca se conheceram e vivem projetando defeitos dos outros em vocês,  vivem fazendo escolhas erradas, vazias e superficiais, ou vivem desejando as conquistas dos outros sem pagar o preço do outro?

Para viver um amor assim, você precisa ser lapidado. Diamantes não nascem prontos! Para conquistar o valor de uma pedra preciosa, você precisa de muita lapidação. Só iguais refletem sem projeções, espelhos você encontra em qualquer esquina, mas portais são raros e não se abrem todos os dias,  então, quando um se abrir para você, se joga sem pensar duas vezes, porque você tirou a sorte grande e nem sabe ainda .

Então, como posso estar dentro de um relacionamento e me preocupar com coisas supérfluas? Essa pauta nem merece resposta, porque é claro que eu vou, e não porque me sinto obrigada. Jamais iria a um lugar por obrigação ou somente por ir. Quando eu estou em um lugar,  é porque eu escolhi, e estar naquele lugar e enquanto eu estiver nesse lugar saiba que estarei ali de corpo, alma e coração, porque esse lugar me faz feliz. Claro que eu posso sair com meus amigos, posso ir a qualquer país sem o Markus, mas eu sempre escolho ir, estar  e permanecer ao lado dele, porque dentro já habitamos a muito tempo.

Então, antes de desejarem um amor assim se perguntem de estão preparados para viver a escolha de vocês e serem reais,  de verdade e, ainda assim, ser a pessoa mais feliz do mundo como eu fui todos os dias ao lado dele por escolha, por vontade,  e eu escolheria de novo e de novo. Todas as vidas que passei ao lado dele foram as melhores e mais felizes da minha vida. Ame, mas tenha consciência do que amar alguém significa. Amar alguém não é separar os problemas e dizer que cada um segure seu BO. Amar alguém não é escolher estar com outro alguém enquanto a que você diz amar está em casa. Amar alguém não é se isentar da responsabilidade de se cuidar, se amar, se melhorar e ser a sua melhor versão para você e pro outro . Amar alguém não é fazer o que dá na telha enquanto o outro não faz ideia do que passa na sua cabeça e nem entende as suas emoções. Amar alguém não é criticar, apontar os erros, defeitos e se sentir superior, bancar de professor, de reconstrutor do outro. Amar não é buscar a evolução do outro,  limitar o outro e impedir a própria evolução. O amor jamais vai fechar a porta na sua cara e te deixar na mão. O amor  abre as portas para a você passar, e desbloqueia os caminhos fechados para você passar com honra e mérito. O amor enxerga sua luz,  ainda que escondida em trevas profundas. O amor acha a sua essência, ainda que você não a enxergue imersa no oceano profundo do caos. O amor trás paz, sossego e segurança. Onde houver medo, o amor dissipa, onde há escuridão, o amor ilumina, onde há traumas e feridas, ele cura e, onde há prisões,  ele liberta, porque o amor é a forma mais livre que existe de se amar alguém.

Eu te amo, Markus Toledo,  e escolho, de forma consciente, continuar te amando em todas as vidas até depois do fim.

Sua Ysa


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2018, by Ysa Flor

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